A diferença entre convocação e convite de treinamento

O que acontece se você declinar uma convocação de treinamento na sua empresa? Já parou pra pensar porque se chama convocação e não convite?

Convite você pode recusar. Convocação, não muito. E por mais que existam treinamentos em que a obrigatoriedade faz sentido (aqueles focados em questões de segurança e cultura, por exemplo), a maioria deles deveria poder ser recusada.

Ao mesmo tempo em que a organização tem a expectativa de um alto nível de competência, cada um deveria poder escolher os meios para alcançá-lo. Afinal, há muitas formas de se aprender algo.

Para isso acontecer, as pessoas precisam estar equipadas com skills de aprendizagem autodirigida e ao longo da vida.

A oferta de treinamentos deveria acabar? Claro que não. Mas ela seria mais como um jantar entre amigos (onde você come o quanto quiser) do que um almoço na casa da vó (onde você se vê obrigado a comer certas coisas só pra agradar).

Nesse cenário, os treinamentos seriam apenas um dos vários convites à aprendizagem disponíveis.

Como é na sua organização? E como você acha que poderia ser?

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Preparei um conteúdo com as principais pérolas da minha jornada de aprendizagem autodirigida.

É a essência mesmo. Aquilo que eu recomendaria de olhos fechados pra qualquer um que queira aprender a aprender.

E o mais legal é que eu organizei esse conteúdo no formato CEP+R (Conteúdos, Experiências, Pessoas e Redes).

CEP+R é um método que eu e Conrado Schlochauer criamos juntos. Usamos esse método em programas, workshops, mentorias e com a gente mesmo.

Acesse agora o conteúdo no meu site: www.alexbretas.com. E depois me envia um e-mail no alex@alexbretas.com me contando o que achou!

TEDx Speaker | Autor | Facilitador de comunidades de aprendizagem autodirigida — www.alexbretas.com

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