Como criar uma comunidade vibrante?

Essa é a A pergunta que me acompanha há muitos anos.

Tenho algumas hipóteses de resposta — que sempre vêm acompanhadas de novas perguntas. Compartilho uma delas a seguir.

Em quase toda comunidade, existem os membros “fãs”, isto é, os mais engajados e participativos. Dá pra ver quem eles são. No caso do MoL Academy, por exemplo, estou começando a distingui-los.

Esses membros já “compraram” o propósito e tendem a atuar junto com os iniciadores e facilitadores na construção da comunidade. De certo modo, eles são “early adopters” da causa.

Essas pessoas, na minha visão, são as mais cruciais na criação de uma comunidade vibrante. Elas têm o poder de amplificar o “cultivo” comunitário e trazer mais gente pra participar mais ativamente do que quer que a comunidade esteja propondo.

Como potencializar a força existente nos membros “fãs”? O que seria necessário para esses membros contribuírem o máximo possível? Como cuidar das necessidades e importâncias dessas pessoas? Quais papéis esses membros estariam dispostos a energizar e sob quais condições?

Minha visão é a de que, se os membros fãs se encantarem com a comunidade — isto é, se a comunidade retornar tanto ou mais valor do que eles esperavam dela -, eles vão querer passar a mensagem adiante.

TEDx Speaker | Autor | Facilitador de comunidades de aprendizagem autodirigida — www.alexbretas.com

TEDx Speaker | Autor | Facilitador de comunidades de aprendizagem autodirigida — www.alexbretas.com