“Deixa o cara”

Assim como já aconteceu com muitos, esta semana recebi um convite para entrar num grupo de Whatsapp da minha turma do Ensino Médio.

Entre fotos, vídeos e nostalgias compartilhadas, o grupo recém-criado me lembrou de um jargão que me fez famoso entre meus amigos: “deixa o cara”. Era a minha forma meio torta de tentar conter o bullying e as “zoações”, cujos alvos eram sempre os colegas considerados “desajustados” — estética, intelectual e socialmente.

Muitas vezes, eu abandonava o “deixa o cara” e fazia bullying também. Era uma tentativa desastrada (e desesperada) de pertencer.

Ano passado, escrevi um texto intitulado “Bullying educa?” que permanece contendo minha visão sobre o tema (link abaixo).

Para além do “deixa o cara”, o que desejo é que os espaços educacionais do presente e do futuro sejam espaços de liberdade criativa e pertencimento genuíno. Assim, violentar o outro perde o sentido.

Texto “Bullying educa?”:

Saiba mais sobre mim em www.alexbretas.com.

--

--

--

TEDx Speaker | Autor | Facilitador de comunidades de aprendizagem autodirigida — www.alexbretas.com

Love podcasts or audiobooks? Learn on the go with our new app.

Get the Medium app

A button that says 'Download on the App Store', and if clicked it will lead you to the iOS App store
A button that says 'Get it on, Google Play', and if clicked it will lead you to the Google Play store
Alex Bretas

Alex Bretas

TEDx Speaker | Autor | Facilitador de comunidades de aprendizagem autodirigida — www.alexbretas.com

More from Medium

Relocation

Selling hope…

Cape Town — the place that took my breath away