Ninguém tem que nada

Fico imaginando como seriam nossas relações pessoais, profissionais e educacionais se realmente levássemos a sério essa frase.

“Ninguém tem que nada” é o averso do controle. É a autonomia disponível a todos, na prática.

Uma pessoa muito apegada a estruturas de comando-e-controle poderia pensar que, uma vez admitida a ideia do “ninguém tem que nada”:

  • Não iríamos nos comprometer com nenhuma relação
  • Os colaboradores iriam fazer corpo mole
  • As crianças (e mesmo os adultos) não iriam aprender nada

De maneira oposta, ávidos defensores da autonomia como eu iriam pensar que:

  • Nosso nível de compromisso nas relações iria aumentar (mas somente naquelas relações que de fato forem importantes pra nós, e nelas saberemos porque estamos nos comprometendo e como)
  • Os colaboradores seriam mais engajados e inovadores
  • Crianças e adultos iriam aprender para enriquecer suas vidas e o mundo à sua volta

“Ninguém tem que nada” é uma filosofia de vida. Bora colocar em prática?

Agradeço ao querido Ricardo Farah por compartilhar a imagem acima.

Saiba mais sobre mim em www.alexbretas.com.

TEDx Speaker | Autor | Facilitador de comunidades de aprendizagem autodirigida — www.alexbretas.com

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