Retenção ou prisão de talentos?

O que significa “reter” pessoas em uma organização?

Retenção de talentos, ao meu ver, soa um pouco como prisão de talentos.

Eu tenho consciência do quanto as empresas gastam — e do trabalhão que dá — quando a rotatividade aumenta.

Mas será que temos consciência do quanto também se gasta e do trabalho que dá quando pessoas permanecem em trabalhos que não gostam?

Parece que a retenção de talentos tenta alcançar um ideal idílico de “felizes para sempre” na empresa. Da mesma forma que alguns casamentos tradicionais.

Eu não acredito nem em uma coisa nem em outra.

Uma alternativa: “que seja eterno enquanto dure”.

Que saibamos contribuir para que a experiência do colaborador seja incrível enquanto fizer sentido para a empresa e para a pessoa manterem esse vínculo.

Sem insistências e tentativas de “compra” de seres humanos, mas com conversas francas e vulneráveis.

Não há aumento de salário no mundo capaz de pagar a conta da infelicidade.

Obs. 1: agradeço à Regina Bronstein pela conversa que inspirou esse post e também ao Daniel Wildt.

Obs. 2: falando em libertar e maximizar talentos, estou com inscrições abertas para o Desafio 10 Dias de Hábitos de Aprendizagem, totalmente gratuito.

Saiba mais sobre esses hábitos e inscreva-se agora em http://alexbretas.com/desafio.

TEDx Speaker | Autor | Facilitador de comunidades de aprendizagem autodirigida — www.alexbretas.com

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