Rituais frequentes x Imersões pontuais

Elaborei este insight a partir de uma fala do Rafael Maretti, da Base — Sociedade Colaborativa, no podcast do Instituto Amuta, da Marcelle Xavier.

Nem sempre conseguimos priorizar o tempo e a qualidade de conexão para abrir espaços de criação de confiança e vulnerabilidade no dia-a-dia.

Seria ideal se isso acontecesse:

  • Ao final de toda reunião, um momento de escuta de sentimentos e aprendizados

Por ser difícil sustentar essas rotinas o tempo todo, é essencial blindar alguns períodos do ano para realizar imersões.

Uma imersão pode conter alguns ou todos os elementos abaixo:

  • Duração maior do que uma reunião normal (de meio período a vários dias)

Uma mistura entre rituais de conexão e aprendizado frequentes e imersões pontuais (2x por ano é uma boa medida) ajuda a garantir a saúde emocional de um time — e até mesmo de uma organização inteira.

Além disso, estimula a criação de uma cultura de aprendizagem sólida, pois esses momentos também abrem espaço para o aprendizado transformacional — além dos aprendizados incrementais que já ocorrem no fluxo normal de trabalho.

Se fosse um namoro ou um casamento, os rituais frequentes seriam o beijo de boa noite, cozinhar juntos e o vinho na sexta-feira. As imersões, por sua vez, seriam as viagens para a praia em alguns fins de semana — e até mesmo um retiro de tantra.

É uma lógica que serve pra tudo: cultive os pequenos atos positivos continuamente, mas também crie alguns momentos memoráveis.

Como você equilibra os rituais e as imersões no seu dia-a-dia profissional e pessoal? E como você enxerga que organizações poderiam se beneficiar disso?

Saiba mais sobre mim em www.alexbretas.com.

TEDx Speaker | Autor | Facilitador de comunidades de aprendizagem autodirigida — www.alexbretas.com

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